A
referida companhia surgiu em março, através de dois professores
formados em letras e artes, que tiveram como objetivo fomentar o teatro
em nossa cidade, diante da violência, que hora se espraia em todos os
sentidos, pois compreende-se, que arte e um importante canal de inclusão
social. Tendo iniciado um trabalho social entre jovens, adolescentes e
pessoas da terceira idade, no qual sem nem hum apoio da secretaria de
cultura, os Professores montaram com recursos Econômicos próprios a peça
o gato de botas, no qual se priorizou cenários cartazes, figurino etc,
tendo investido em torno de 17 mil reais.Procurou-se apoio da secretaria
de cultura, através de um oficio emitido no dia 20 de junho solicitando
som, iluminação e cadeiras, mas foi informado, que cadeiras deveriam
ser alugadas, pois o mesmo não dispunha.
A situação atual da infraestrutura do prédio do CDC
é precária, o que fortalece o argumento do descaso do secretário em
relação à cultura. É um espaço sucateado, sem cadeiras, iluminação local
deficiente, e sem iluminação cênica com goteiras, sem refrigeração, sem
camarins para troca de figurinos e maquiagem dos artistas, um palco que
não da para receber grandes produções, não possui acústica necessária e
com banheiros imundos. Sendo ainda o único local de desenvolvimento
cultural no município, já que a vale e a prefeitura, ainda não se
decidiram, pela construção do tão falado centro cultural.
Gestor Truculento
embora o Sr Chico Brito ocupe o cargo de gestor atual da pasta da
cultura, não tem honrado o cargo que lhe foi designado pelo prefeito
Valmir mariano, diz um velho ditado “Quer conhecer quem é a pessoa, lhe
de poder “.Lembramos da época em que estava fora do governo, e publicava
o seu jornaleco “A marretada” tecendo altas criticas a gestão passada,
hoje na hora de fazer a diferença, já que passou o governo passado
criticando, se mostra truculento e perseguidor, das pessoas que fazem
cultura no município.Em
uma data que deveria ser de democratizar a alegria, no dia das
crianças, 12 de outubro a “Companhi
a Gente de teatro” composta por 20 atores e técnicos de teatro sendo á
maior do nosso município, teve a triste notícia de ter seu direito
negado de promover apresentação para a comunidade de Parauapebas. Isto
pasme, graças ao Secretário de Cultura da prefeitura, “Sr. Chico Brito”.
Desrespeito com o seguimento do teatro, no Município de Parauapebas.
A Companhia realizou ensaios, durante uma semana no Centro de
Desenvolvimento Cultual (CDC) para apresentação da peça “O Gato de
Botas” acreditando que o espaço destinado para apresentações culturais
seria utilizado. No entanto, no sábado (12), data reservada para a
apresentação da encenação teatral, os atores e técnicos foram frustrados
– tiveram que se apresentar na praça de eventos – e foram devidamente
proibidos de entrarem no espaço do CDC por ordem do atual secretário Sr.
Chico Brito.
Essa
problemática já vem se arrastando des do inicio do ano quando O MTP-
Movimento Teatral marcou 5 reuniões com o secretario Exigindo A
realização da II Mostra de Teatro de Parauapebas e lamentavelmente o
secretario tenha comparecido apenas em 2 reuniões, emitindo um
documento, que indiretamente diz que o movimento teatral não existe,
causando frustação e revolta na companhias e grupos da cidade. Tendo o
movimento lido um documento de desagravo á conduta, do atual gestor,
durante a 3° conferencia de cultura realizada no ceup.
Falta de dialogo entre a secretaria de cultura, e os produtores culturais e artistas da cidade.O
secretário havia emitido uma circular, datada de 16 de setembro,
comunicando a proibição de vendas de ingressos no local. O Conselho de
Cultura não obteve a informação desta proibição, em virtude do pouco
diálogo apresentado desde que assumiu a pasta da prefeitura.
Diante
do ocorrido, isto parece ser uma prática rotineira do Secretário que,
ao que tudo faz, atualmente, dentro da atual secretaria, tem sido
exercido uma politica, sempre de cima para baixo, já que não se consulta
as bases populares como “os artistas”, por exemplo, que foram duramente
desrespeitados pelo secretário – em seu direito mais nobre, que é viver
do seu trabalho e de sua arte.
É
importante destacar que atitude desastrosa do “Sr. Chico Brito” pode se
constituir como um “abuso de autoridade” já que proibiu a apresentação
da peça “O Gato de Bota”. Na apresentação, esteve presente o
contribuinte: o povo que buscava a cultura, constituído por idosos,
adolescentes jovens e crianças.
Com
esta medida arbitrária, o secretário rasga a constituição e se apropria
indevidamente de um espaço público (que sob seu controle o CDC passou a
ser chamado do “espaço privado do Chico Brito”).
Mesmo
com o intermédio, do atual presidente do conselho, Ivan, que tentou
inutilmente, dialogar com o gestor e os artistas que abriram mão da
venda de ingressos no CDC, o secretário foi intransigente e irredutível:
não e não!
Contrariando
arbitrariamente o art.144 da seção VI da Lei orgânica do município que
diz: “O município apoiará e incentivará a difusão das manifestações
culturais e artísticas, prioritariamente as ligadas diretamente á sua
comunidade e à sua historia ”.
Atual gestão do secretário prioriza conchavos
O
secretário tem priorizado, demasiadamente, os conchavos de amigos com
oferta ampla de cargos comissionados. Não cumpre com o essencial: as
metas e planejamentos que foram discutidos, exaustivamente, na III
Conferência de Cultura realizada em Parauapebas.
Editais
de auxílio de montagem e circulação para grupos e companhias de teatro
na cidade parecem ter sido esquecidos, o atual secretário evita dialogar
com a comunidade e, quando simula, envia assessores despreparados e
incompetentes, para dialogar com a comunidade, que apenas repassam
informações deturpadas ao seu bel prazer.
Outro
ponto a ser destacado é a falta de ética, por parte do atual secretário
que, sempre é visto totalmente embriagado circulando pelos bares em
carros do governo, sem a mínima postura de um homem público que preza
pela discrição.
Além
disto, é perceptível que 100% da comunidade artística de Parauapebas
está insatisfeita, com a atual gestão do “Sr. Chico Brito”. Isso
acontece desdou carnaval , quando a sua gestão arrastou o evento para
lama, passando pela quadra junina quando os brincantes só foram receber o
beneficio um mês depois, mesmo depois que já havia participado do
evento, ficando muitos atolados de dividas para pagar, agora foi com o
seguimento de teatro, vamos ver qual será agora, o novo capitulo nesse
transloucada administração da secult ?. Se não houver uma mudança
radical na pasta, á cultura de Parauapebas, representada por vários
seguimentos, tenderão a sofrer, com a marginalização dos espaços
culturais e um politica ausente, que não chega a quem mais precisa.
Agora,
nos perguntamos quem realmente está defendendo a cultura do município?
Já percebemos esta pauta não tem sido prioridade do secretário de
cultura que vai à mão contrária, talvez, cambaleando, em algum bar da
cidade.
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