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2 comentários:

  1. Sebrae Pará e CNPq abrem vagas para processo seletivo em Parauapebas

    São ao todo 4 vagas disponíveis para a cidade no Processo Seletivo de Agente Local de Inovação (ALI). Há também vagas para as cidades de Altamira, Belém, Capanema, Castanhal, Itaituba, Marabá, e Santarém. As inscrições vão até esta sexta-feira, 24/07.

    Belém (PA), 22 de julho de 2015 – O Sebrae-PA e o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) estão com as inscrições abertas para Processo Seletivo do Programa ALI – Agente Local de Inovação em diversas cidades do Estado. Uma dela é a cidade de Parauapebas com 3 vagas disponíveis. As inscrições vão até esta sexta-feira, dia 24/07, e devem ser feitas pelo site da EGaion, no www.egaion.com.br – página “Seleções” – “SEBRAE-Programa ALI/PA – 01/15.
    Há oportunidades também em Altamira, Belém, Capanema, Castanhal, Itaituba, Marabá, e Santarém.
    O principal objetivo do programa é promover a prática continuada de ações de inovação nas Empresas de Pequeno Porte, por meio de orientação proativa, gratuita e personalizada.
    Os candidatos selecionados e aprovados como orientadores receberão uma bolsa no valor de até R$ 4 mil/mês, por até 18 meses de duração.
    Já os 60 aprovados como candidato a agente participarão de uma Capacitação remunerada no valor de R$ 2 mil/mês, durante 1 (um) mês. Após esse período, os 40 primeiros profissionais classificados na etapa de capacitação receberão uma bolsa, no valor de R$ 4 mil/mês, por um período de até 30 (trinta) meses. Os demais comporão o cadastro de reserva.
    Para Orientador é necessário formação universitária, em diversas áreas de conhecimento conforme comunicado, concluída há, no mínimo, 6 (seis) anos e título de mestre ou doutor, além de experiência comprovada.
    Já os Agentes devem ter formação universitária, em diversas áreas de conhecimento previsto em edital, concluída há, no máximo, 3 (três) anos.
    → Importante: Realizar a leitura prévia e detalhada do edital do processo seletivo, onde constam todas as informações sobre as vagas, requisitos exigidos, procedimentos para inscrição, cronograma e etapas da seleção.
    → Taxas de inscrição – A taxa é de R$30,00 para Agente e R$ 50,00 para Orientador.

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  2. Doar órgãos faz bem a todos
    Sem dúvidas, um problema complexo até para o debate. Envolve tudo o que há de mais sagrado nesse “plano” da vida.
    Quando se trata de doador vivo, este abre mão de parte de seu corpo para integrar o corpo de outra pessoa.
    Noutra condição, o doador é considerado falecido pela Ciência, mas precisa ter a sua vida prolongada por aparelhos para que a vida de outro siga com mais conforto, ou simplesmente continue.
    Essa é a parte física inescapável dessa relação entre receptores e doadores de órgãos. Embora de extrema gravidade, essa talvez seja a etapa menos complicada. A partir daqui, envolve valores éticos, morais, religiosos e principalmente de formação pessoal.
    Existem religiões que não permitem a transfusão de sangue a seus seguidores. Não raro o noticiário divulga um conflito entre um médico com o dever de salvar o paciente e uma família que não permite a realização desse processo.
    Outros preferem não fazer a doação de órgãos de algum familiar, por entender que a pessoa deve ir para o outro plano sem faltar pedaços, na sua integralidade, como aportou por aqui.
    Quem tem um ente querido precisando de um órgão não entende as razões de alguém se negar a dar condições de uma vida melhor a outra pessoa. Essa defesa poderia até ser reforçada com o princípio religioso do “ama ao próximo como a ti mesmo”.
    Aqueles situados numa posição oposta, com um parente à beira da morte, podem colocar dúvida na Ciência e acreditar numa possibilidade de cura e consequente sobrevida do ente querido. Essa tese também tem o reforço da fé religiosa. Inclusive, pode reforçar essa posição a tese de que alguém só se torna santo se possuir dois milagres comprovados. Ou seja, quem assim se posiciona tem todo direito de acreditar que seu parente venha a ser merecedor de um milagre.
    Apesar de parecer contraditório comprovar milagres, não se pode negar que se trata de um requisito exigido para a beatificação de alguém. E se exatamente aquele parente for o merecedor desse feito?
    Apesar de tantos conflitos, o que deve merecer uma análise leve, confortável, segura é que todas as crenças, a fé, os rituais colocam a vida em primeiro lugar. Todos eles são meios de se tornar a vida um pouco melhor.
    Não se deve expressar um conceito taxativo, atribuindo a quem doa o atributo de “correto”, nem considerando “errado” aquele que opta por não doar. Mas, quem escreve deve passar algum elemento para fortalecer um dos lados.
    Como a vida é o bem mais importante neste plano, a dor da família doadora deve ser reconfortada com o bem gerado à outra parte. Também não há dúvida quanto a se tratar de uma decisão extremamente difícil. Ao doar, a família vai dar vida a quem recebe e aliviar o sofrimento de todos os envolvidos, especialmente dos familiares do receptor.
    O bem suplanta qualquer dor. Praticá-lo é defendido por qualquer religião, crença ou filosofia de vida. Doar órgãos só traz o bem para todos e talvez seja a maior demonstração de amor que exista.
    Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP
    Bacharel em direito
    Favor fornecer e-mail para sugestão de pauta.

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