A construção de uma terceira casa de força permitirá acréscimo de 2.000 MW a 2.500 MW na potência instalada da usina de tucurui, que atualmente é de 8.370 MW - suficiente para abastecer 16,7 milhões de pessoas, ou quase a região metropolitana de São Paulo, de 19 milhões de habitantes.
Com a terceira fase, a capacidade total pode chegar perto de 11.000 MW, quase igualando a potência da hidrelétrica de Belo Monte (11.200 MW), em construção no oeste do Pará e que deve se tornar a maior brasileira e a terceira maior do mundo.
A expansão é possível porque existe uma quantidade de água em seu reservatório que é dispensada sem gerar energia. Isso ocorre no período do chamado "inverno amazônico" (dezembro a maio), quando chove muito e o lago fica mais cheio.
A ideia do aumento da potência é justamente aproveitar essa água desperdiçada por meio de uma nova casa de força que gere energia nesse período.
A energia gerada pela usina de Tucuruí vai para o Sistema Interligado Nacional e pode abastecer qualquer região do país.
A previsão da Eletronorte, empresa estatal responsável por Tucuruí, é concluir neste ano o projeto da expansão e começar a traçar um cronograma para colocá-lo em prática. Ainda não há prazo para início das obras.
O custo estimado para o empreendimento é de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões.
A Eletronorte afirma que não haverá impacto ambiental porque será usada a estrutura já existente da usina.

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