O perigo do Aedes aegypti está no lixo
O lixo continua como principal “moradia” do mosquito Aedes Aegypit, transmissor de doenças como a dengue, o zika e a chikungunya. Em vista disso, o Estado tem intensificado o combate e a conscientização da população. Uma das maneiras de barrar o descarte irregular do lixo está sendo realizada pela Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), com multas para pessoas que cometem as infrações.
Ao todo já foram notificados cerca de 30 mil cidadãos por jogarem lixo e/ou entulho nas vias públicas da capital goiana de forma irregular desde o início do ano. Deste total, 70% foram atendidas pelos moradores e 2.021 encaminhadas para Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), responsável pelo auto de infração.
Das notificações aplicadas, 70% dizem respeito a restos de construções deixados em lotes baldios e calçadas e 20% a galhos deixados nos mesmos locais. As demais foram por lixo mal acondicionado ou descartado fora do horário de coleta, e em lotes abandonados pelos proprietários. Por mês, a Comurg recebe cerca de 150 solicitações de fiscalização por telefone, além de outras dezenas que chegam pelas redes sociais.
Estas pessoas desrespeitaram o Código de Posturas do Município, que estabelece o descarte de resíduos em via pública ou terrenos como crime. A multa varia de R$ 700 a R$ 5 mil. Além disso, os agentes da Comurg também fazem notificações administrativas e, se no prazo estabelecido o morador não retirar o resíduo, o fiscal da Amma pode multar o cidadão.
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