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Urna eletrônica nacional é fabricada por empresa processada nos EUA por corrupção ativa.


A grande imprensa calou sobre a postagem, de outubro de 2013, doDepartamento de Justiça dos EUA que anunciou um acordo com a Diebold,que concordou pagar à Justiça a importância de US$ 25,2 milhões, para encerrar uma acusação de corrupção em suas operações fora dos EUA, especificamente na Rússia, Indonésia e China.
Embora desconhecida do eleitor brasileiro, a Diebold, que faturou US$ 3 bilhões em 2013, é bastante conhecida pelo Tribunal Superior Eleitoral: é ela quem fabrica e dá manutenção às urnas eletrônicas nacionais. O contrato do TSE com a Diebold tem sido sucessivamente aditivado para a prestação do serviço e entrega de material.
> Corrupção ativa
O Departamento de Justiça dos EUA acusou a Diebold, que também é líder na fabricação de caixas automáticos para bancos, de “subornar funcionários estrangeiros para conseguir contratos e de falsificar documentos para encobrir as provas da corrupção”.
Mas esse não é o único acordo que a Diebold fechou nos EUA para se livrar de processos de corrupção ativa. A empresa também aceitou pagar US$ 22.9 milhões para a U.S. Securities and Exchange Commission (SEC), pelos mesmos motivos acordados com o Departamento de Justiça.
> Pente fino
Pelos termos do acordo, o Departamento de Justiça suspende o processo contra a Diebold por 18 meses, período em que a empresa sofrerá um rigoroso monitoramento e auditagem dos seus contratos em todo o mundo, obrigando-se a cooperar caso o Ministério Público encontre evidências de corrupção ativa em outros países além daqueles já investigados.
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