No começo da noite de ontem, sábado (21), por volta das 19 horas, mais um
acidente grave ocorreu em Parauapebas, deixando gravemente feridos, uma criança
de 1 ano e 7 meses e outra de 12 anos, no loteamento Tropical II.
O acidente ocorreu na Avenida A, bairro Tropical II, Parauapebas, com Jonatas
Santana Sousa, filho do líder comunitário, Jonas Conrado, que estava acompanhado
da sua prima, Maria das Dores Monteiro Silva, 12 anos, sobrinha da esposa de
Conrado, se encontravam na porta da casa de sua avó, sendo atropelados por um
veículo Gol, quatro portas, de cor preta, guiado em alta velocidade, por um motorista
irresponsável, provavelmente embriagado, que atropelou as vítimas e seguiu em
disparada, sem ao menos prestar socorro.
Jonas Conrado demonstra indignação para com o poder público e protesta contra
o descaso do Departamento de Trânsito e Transporte de Parauapebas (DMTT) e o
Departamento Estadual de Transito do Pará (Detran-PA), pela falta de
fiscalização e humanização no trânsito do município. “Inúmeras vezes eu enviei
ofícios ao DMTT solicitando redutores de velocidade e sinalização aos
loteamentos Jardim Ipiranga e Tropical I e II, somente no bairro Tropical II,
neste ano foram registrados 10 acidentes fatais e 11 com vítimas graves, mas o
descaso do Poder Público para com o nosso povo é descabido e nada fizeram”, salienta
Conrado acrescentando que: “eles não cumprem o seu dever e nem fiscalizam,
enquanto isso, as inúmeras irregularidades e fraudes continuam nos
departamentos de trânsito de Parauapebas. Todos são cientes que vários
motoristas que dirigem em Parauapebas, na sua maioria, não fazem nem exame e
nem auto escola, pagam uma taxa de R$ 2.200,00 e recebem suas habilitações para
poder transitar legalmente pelas ruas da cidade. Até quando estas impunidades
vão continuar”, finaliza Conrado.
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O acidente ocorreu na Avenida A, bairro Tropical II, Parauapebas, com Jonatas
Santana Sousa, filho do líder comunitário, Jonas Conrado, que estava acompanhado
da sua prima, Maria das Dores Monteiro Silva, 12 anos, sobrinha da esposa de
Conrado, se encontravam na porta da casa de sua avó, sendo atropelados por um
veículo Gol, quatro portas, de cor preta, guiado em alta velocidade, por um motorista
irresponsável, provavelmente embriagado, que atropelou as vítimas e seguiu em
disparada, sem ao menos prestar socorro.
A criança foi socorrida pelos vizinhos e encaminhada ao Hospital Municipal
de Parauapebas, no veículo próprio de seu pai, enquanto que a menina, devido ao
seu estado gravíssimo, somente foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mais de
uma hora depois do acidente. Segundo informação de Conrado, a sobrinha de sua esposa
Maria das Dores teve de ser transferida, ainda na noite de sábado (21), ao Hospital
Regional de Marabá, onde se encontra internada na Unidade de Tratamento Intensivo
(UTI), em estado grave, e o seu filho por ainda está com forte dores, foi transferido
por volta das 02 horas desta segunda-feira (23), para Unidade de Tratamento Intensivo
de Marabá (UTI), onde se encontra internado em estado observação.
Jonas Conrado demonstra indignação para com o poder público e protesta contra
o descaso do Departamento de Trânsito e Transporte de Parauapebas (DMTT) e o
Departamento Estadual de Transito do Pará (Detran-PA), pela falta de
fiscalização e humanização no trânsito do município. “Inúmeras vezes eu enviei
ofícios ao DMTT solicitando redutores de velocidade e sinalização aos
loteamentos Jardim Ipiranga e Tropical I e II, somente no bairro Tropical II,
neste ano foram registrados 10 acidentes fatais e 11 com vítimas graves, mas o
descaso do Poder Público para com o nosso povo é descabido e nada fizeram”, salienta
Conrado acrescentando que: “eles não cumprem o seu dever e nem fiscalizam,
enquanto isso, as inúmeras irregularidades e fraudes continuam nos
departamentos de trânsito de Parauapebas. Todos são cientes que vários
motoristas que dirigem em Parauapebas, na sua maioria, não fazem nem exame e
nem auto escola, pagam uma taxa de R$ 2.200,00 e recebem suas habilitações para
poder transitar legalmente pelas ruas da cidade. Até quando estas impunidades
vão continuar”, finaliza Conrado.
Foto: da Família
Texto: Juno Brasil / Berlanzinn Atrox

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