Com mais de 30 dias, os homicídios
do advogado Dácio Antonio Gonçalves Nunes, 42 anos, executado com dois disparos
de pistola 380, na cabeça, no início da noite da última terça-feira (5), no
Bairro Rio Verde, Parauapebas e do líder comunitário, Ademir Linhares de Lima,
36 anos, o “Grande”, executado com quatro disparos de pistola 380, também na mesma
terça-feira (05), na porta de sua residência, rua Bom Jardim, Bairro
Caetanópolis, Parauapebas, ainda continuam sem solução.
Uma equipe da Polícia Civil foi deslocada de
Belém (Pa), ao município de Parauapebas, para as investigações do assassinato
do advogado Dácio Cunha, mas até o momento nenhuma resposta por parte das
autoridades policiais foi dada a sociedade parauapebense.
A Subseção da Ordem dos
Advogados do Brasil (OAB) de Parauapebas exige elucidação do assassinato do
advogado Dácio Cunha. A entidade fez protestos com caminhada cobrando das
autoridades a prisão do autor ou autores do homicídio.
O presidente da Subseção da OAB
em Parauapebas, advogado Jakson Souza e Silva, pede a elucidação do caso.
Jakson Silva informou que, devido ao alto índice de violência no município, a
OAB local vai criar a Comissão de Segurança Pública, para poder tirar algum
encaminhamento e enviar à Secretaria de Segurança Pública do Estado e à própria
OAB-Pará e exigir solução e punição aos assassinos, de forma a coibir as ações
de homicidas e quadrilhas de extermínio no sudeste paraense.
O caso do líder comunitário Grande,
também continua sem resposta por parte das autoridades, enquanto outros líderes
continuam sendo assassinados e ameaçados de morte. (Juno Brasil)

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