Por motivo de perseguição
política, a secretaria de habitação de Parauapebas, Sra Maquivalda Barros e seu
esposo, vereador Brás, quer excluir o SINTESPP- Sindicato dos Trabalhadores em
Saúde Pública do Pará e a Associação dos moradores dos bairros: Residencial
Ipiranga e Jardim Tropical I e II - CCRJIT do Conselho Municipal de Habitação.
A perseguição se dá pela cobrança das entidades com relação à postura (falta de
compromisso) da secretária em relação ao que a mesma vem fazendo desde que
assumiu o pasto (no início do gestão atual). A mesma não tem compromisso e nem
respeito com a sociedade, ou seja, só quer beneficiar os seus e os que não
precisam ser beneficiados como os lotes urbanizados.
Ambos (Maquivalda e Brás) não tem
respeito pela sociedade, principalmente com os moradores dos bairros: Jardim
Ipiranga e Tropical I e II. Dentre tantas atitudes horrendas que a mesma vem
fazendo desde que assumiu a secretaria, uma das mais marcantes foi ocorrida no
dia vinte e nove de setembro (29/09), quando uma senhora chegou com policiais militares,
sem mandado de prisão na Qd 79, Lote 35, Jardim Tropical I e I. Sem ordem
judicial, os policiais derrubaram a casa do casal que não tem moradia, ainda
prenderam o rapaz sem que o mesmo tivesse direito de defesa. Durante esse ato e
também na DEPOL-delegacia de polícia, a senhora, que diz ser amiga da
Maquivalda, recebia coordenadas sobre o que deveria fazer em relação ao senhor
que estava preso. E, o mais interessante é que quem dava as coordenadas era a
sra Maquivalda. Isso é postura de uma Secretaria? Deixando bem claro, que
secretária Maquivalda Barros, relatou que toda a ação vindo da secretaria de
Habitação, está sobre ondem do prefeito Valmir Mariano.
O que vemos é que a mesma não tem
competência para assumir uma cadeira tão importante, porém, a ela se sente
apoiada e amparada pelo seu esposo, vereador Brás (outro que não tem
compromisso nenhum com a sociedade, e, muito menos com quem o elegeu) e o
vereador Maridé, pois em acordos políticos, a secretaria de habitação pertence
aos vereadores já citados. O bom é que eles esquecem que quatro (04) anos
passam bem rápido. Mas essas atitudes são frequentes na gestão do sr Valmir da
Integral. Mas essa é a mudança tão esperada que a população esperava enquanto
eleitoral o sr Valmir Integral e sua equipe pregavam.
Na última reunião do Conselho
Municipal de Habitação, ocorrida no dia dezoito de novembro de dois mil e treze
(18/11/2013), as dezessete (17) horas, o sr Brás (que não deveria fazer parte
do Conselho de Habitação, por ocupar o cargo de vereador) além de bater contra
o SINTESPP e a Associação. O mesmo agrediu com palavras um dos conselheiros de habitação
que representa a Associação dos bairros já citados anteriormente, dizendo que o
mesmo é PIVETE. Fato este, que deixou o conselheiro revoltado. Agrediu também
um dos Conselheiros, que representa o SINTESPP no conselho.
Além das agressões verbais, o
vereador sr Brás relatou que as entidades que tem três (03) meses de fundação
não têm o direito de participar das conferências de Habitação, inclusive
Municipal, e, segundo o mesmo, tais entidades não tem direito algum de
participar de programas do governo, da mesma forma que qualquer cidadão, que reside
há três (03) meses no município não tem direito a votar.
O sr prefeito Valmir da Integral
entregou toda a responsabilidade dos loteamentos à sra Maquivalda, sendo que a
mesma não tem esse perfil, pois, em seu último trabalho como coordenadora no
HMP deixou muito a desejar. Mas desse prefeito não se deve esperar nada que
preste, até sua empresa, ele conseguiu deixar ir a falência várias vezes.
Imagine o que acontecerá com a prefeitura e com o povo Parauapebense? Agora ele está usando os cofres públicos para
reestruturar e restaurar sua vida financeira, coisa que ele jamais conseguiria
fazer se não tivesse na administração da PMP. Se não tivermos cuidado,
Parauapebas irá entrar num caos e não sairá nunca mais.
Fonte: Jonas Conrado
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