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Moradores interditam acesso a bairro em protesto à desocupação. Ordem poderá ser executada ainda hoje

 O clima é tenso nas proximidades do Km 2 da Rodovia PA-160, onde moradores do Bairro Ipiranga interditaram o acesso ao logradouro sob a alegação de que há ordem de desocupação daquele lugar, podendo ser executada a qualquer momento.
DSC_0986As diversas famílias que residem naquele bairro estão ameaçadas de entrar para a “fila dos sem tetos” caso sejam retiradas da área que foi instituída na gestão anterior. Um morador mostrou documentos que comprovam a legalidade e dá direto de permanência no local.
“Pedi meu título de propriedade, mas a atendente da SEHAB me disse que a impressora estava com defeito e retornei várias vezes na tentativa em vão de conseguir o documento”, relata Heliude Rodrigues, mostrando entre os documentos um Boleto Bancário do Banco do Brasil pago dentro do prazo e relatando que títulos de propriedade foram conferidos pela gestão anterior, porém cancelados nesta com a criação de critérios para a permanência dos “donos” dos terrenos.
O boleto bancário comprova a legitimidade da propriedade do terrenoNão pode, segundo normativa da Sehab (Secretaria Municipal de Habitação), permanecer no local, como titular dos terrenos, pessoas solteiras; ou que possuam bens de valor como, por exemplo, carros importados ou rendimentos.
Onda de protestos – A onda de protestos começou na segunda-feira, 3, quando moradores de diversas ocupações, nas mesmas condições do Bairro Ipiranga, tentaram ocupar o prédio da Prefeitura Municipal de Parauapebas sendo impedidos pelo Grupamento de Ações Táticas da Polícia Militar. O protesto durou todo o dia e uma comissão tirada dos manifestantes foi recebida por representantes do governo.
Membros da comissão contam que o governo não cedeu em nada oferecendo apenas um cheque aluguel que daria para manter por três meses a condição de inquilino e depois deveriam voltar para suas cidades ou Estados de origem.
Insatisfeitos, os manifestantes permaneceram na porta do prédio público na manhã de terça-feira, 4, saindo, segundo eles, sem resposta que pelo menos amenize o problema.
Na tarde do mesmo dia protestaram no Auditório da Câmara Municipal na tentativa de sensibilizar os vereadores para que focassem suas atenções para o problema; tendo como resultado a impossibilidade da realização da sessão ordinária naquela Casa de Leis.
Por Francesco Costa -  da Redação

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