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Não sejamos escravos



As normas, os preceitos de Deus, quase todos contrariam as normas humanas, a nossa
vontade, os nossos pensamentos. Alguns dizem – e faz sentido – que “o homem pensa de
um jeito e Deus de outro” (isso consta na Palavra de Deus, a Bíblia). O homem falha – e
como. Deus jamais, nunca. O ser humano é impermanente, em todos os sentidos.
Queremos impor, quase sempre, nossa vontade, aquilo que achamos conveniente.
Sempre, aqui e ali, procuramos justificativas, desculpas, para o nosso comportamento
incorreto. O certo, porém, é reconhcer nossas fraquezas, nossas deficiências. Somos
e seremos sempre pequenos diante do Criador. Sejamos, sim, humildes. Mas humildes
sábios. Aí está a diferença.

Uma questão, já algum tempo, está sendo alvo de debates, discussões, seja na sociedade
civil, seja nos meios políticos. Tema que ganhou mais destaque, recentemente. O
deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) foi eleito presidente da Comissão de Direitos
Humanos.
Nada de anormal se ele não fosse evangélico. Vem sendo acusado de ser racista.
Acusado também de ser contra o homossexualismo, alguns a chamam de
homossexualidade. Os dois termos vêm sendo utilizados, até quando for definido qual o
certo, o mais digno. Tudo bem.Ser racista e contra os gays não concordo. Você está julgando as pessoas – e nós mortais
não temos essa prerrogativa. Jamais. Cristo foi bem claro ao afirmar: Não julgueis e não
sereis julgados. Com a medida com que medirdes, sereis medidos”. Somos tão pecadores
quanto aquele a quem julgamos. Daí não termos “moral” para tal.
Vivemos em pleno século 21. Portanto não tem razão de ser, não faz sentido,
discriminarmos quem quer que seja. Estamos sim num tempo de sermos solidários, amar
uns aos outros. Existem, porém, princípios (ou preceitos) estabelecidos por Deus – e que
sem dúvida são caminhos seguros, de felicidade, para os homens (e mulheres).
A Bíblia fala de pederastia – relacionamento sexual entre homens – e a condena. Relação
sexual entre dois homens, portanto, é abominação perante Deus. E o que fazer agora, em
pleno século 21, com essa questão delicada?
Como citado acima: o homem pensa de um jeito. Deus pensa diferente. Então, qual deles
seguir: Deus ou a cabeça humana? Na minha limitada visão, creio que temos de seguir o
preceito dos Céus, dos Altos.
Pecado é o marido trair a mulher. A mulher trair o marido. Você pode não matar
literalmente uma pessoa, mas pode a assassinar lhe desejando mal, a caluniando, lhe
armando ciladas, etc., etc. Quem está no pecado deve retomar o caminho de Deus.
Seja esse assassino mental (mata a pessoa pela inveja, pelo ódio, ressentimento), seja
os demais adúlteros. E todos os que pecam. O mesmo se aplica a quem peca contra
o próprio corpo: os homossexuais. Sim, homossexualismo ou homossexualidade é
abominação diante de Deus. Como roubar, desejar a mulher do próximo, humilhar as

pessoas, ser um político corrupto, não amar os inimigos.
Todos estamos em pecado. O deputado Marcos Feliciano não está totalmente certo, nem
totalmente errado. As igrejas condenam relação íntima, sexual, de homens com homens –
e mulheres com mulheres. Portanto elas (igrejas) não podem e nem devem se colocar ao
lado dessa parcela da sociedade. Antes, porém, devem fazer seu papel, não condenando
ninguém. Não, isso não!
Mas ajudando esses cidadãos e cidadãs a deixarem essa – e as outras – escravidão. Fugir
dos pecados. E os que vivem assim devem se empenhar, fazer todo esforço, para subir, ir
para cima e se apossar da Sabedoria do Deus Supremo.
Assim, quem pratica pedofilia tem de deixar de praticá-la. É crime perante os Céus.
Os adúlteros a mesma coisa, assim como os homicidas, os ladrões, os corruptos, os
traficantes de drogas, os sádicos, os avarentos, os invejosos.
Sim, todos têm de abandonar essas práticas nefastas. Elas nos levam pro buraco, de
“vera”. Será muito bom para todos nós, para nossos espíritos, para nossas consciências.
Ficaremos mais próximos de Deus.
E Ele – o Todo Poderoso – irá nos cobrar pelos nossos atos, sejam bons, sejam ruins.
Viver na podridão da carne, ninguém merece... Há coisa pior?
Texto: Josué Araújo



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