Quem passou hoje em frente ao
Sistema Nacional de emprego (Sine), de Parauapebas, nessa Segunda - feira, 05
de Novembro, viu uma considerável quantidade de pessoas aguardando na fila para
pegar uma ficha e fazer o agendamento para dar entrada no seguro desemprego. A
fila começou a se formar a partir das 17h e seriam distribuídas apenas 170
fichas no dia seguinte.
Para passarem a noite, muitos levaram cadeiras e até café para o tempo de espera. Por volta das 08h a fila ficou maior e muitos tentaram passar na frente dos que já estavam aguardando, o que acabou gerando ainda mais reclamações. Com toda confusão para que os funcionários do Sine não deixassem ninguém entrar, explicando que os que estavam na frente já estariam entre os que tinham se agendado na semana passada, mesmo assim chamaram a polícia para tirar um homem que insistia em passar na frente, aparentemente embriagado discutia com todos na fila, mas quando a polícia chegou o homem já havia ido embora.
O agendamento acontece todas as segundas-feiras,
são entregues normal mente 100 fichas por dia, neste dia estavam sendo
entregues 175. José Ivan, vendedor de 31 anos, relata que estava na fila desde
as 19h de domingo e ainda conseguiu pegar a ficha de numero nove. Ele explica
ter vindo bem cedo para ver se conseguia estar entre as 10 fichas entregues.
“Eu acho isso daqui uma grande falta de respeito ao trabalhador. O poder
publica municipal, junto com o governo do estado, deviam estar juntos com a
população para não passarmos mais por isso aqui” disse José. Ele relata a
dificuldade que é para um trabalhador estar presente ali para conseguir agendar
o seguro desemprego e acaba se deparando com tal situação.
André Santos, eletricista, de 32 anos, explica não ter dormido na fila como a maioria fez, relata que Pago R$: 50 reais para um Cidadão pela Vaga na Fila. Isso acaba sendo um transtorno, comenta que se por acaso a pessoa que deseja fazer o seguro-desemprego tem que paga pessoas para guarda vaga na fila. João Batista, vigia de 37 anos “Eu estou aqui desde as 22h e parece que não vou conseguir pegar uma ficha, pois contando eu já sou o numero 171 da fila”, disse. joão afirma que a única maneira de estarem atendendo a todos corretamente esse agendamento devia ser feitos pelo telefone. E entregues mais do que 100 fichas por dia.
Vanderlei da Conceição, tratorista, de 38 anos comenta ser um dos primeiros a chegar, pois chegou por volta da 13h de Domingo, reclama do péssimo atendimento, e faz um pedido às autoridades para que “olhem a situação de todos”. Ele reclama que é muito difícil passar a noite inteira aguardando por atendimento. “É uma pouca vergonha, uma falta de respeito com o ser humano, ficar a noite inteira aqui e chega à uma hora dessas acaba dando confusão”, critica Vanderlei ainda indignado.
Procurada pela reportagem, Secretaria de Assistência Social, órgão responsável pelo Sine, não quis se pronunciar formalmente sobre o caso, mas disse que o problema foi causado porque o sistema de internet ficou fora do ar.
André Santos, eletricista, de 32 anos, explica não ter dormido na fila como a maioria fez, relata que Pago R$: 50 reais para um Cidadão pela Vaga na Fila. Isso acaba sendo um transtorno, comenta que se por acaso a pessoa que deseja fazer o seguro-desemprego tem que paga pessoas para guarda vaga na fila. João Batista, vigia de 37 anos “Eu estou aqui desde as 22h e parece que não vou conseguir pegar uma ficha, pois contando eu já sou o numero 171 da fila”, disse. joão afirma que a única maneira de estarem atendendo a todos corretamente esse agendamento devia ser feitos pelo telefone. E entregues mais do que 100 fichas por dia.
Vanderlei da Conceição, tratorista, de 38 anos comenta ser um dos primeiros a chegar, pois chegou por volta da 13h de Domingo, reclama do péssimo atendimento, e faz um pedido às autoridades para que “olhem a situação de todos”. Ele reclama que é muito difícil passar a noite inteira aguardando por atendimento. “É uma pouca vergonha, uma falta de respeito com o ser humano, ficar a noite inteira aqui e chega à uma hora dessas acaba dando confusão”, critica Vanderlei ainda indignado.
Procurada pela reportagem, Secretaria de Assistência Social, órgão responsável pelo Sine, não quis se pronunciar formalmente sobre o caso, mas disse que o problema foi causado porque o sistema de internet ficou fora do ar.

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