Instabilidade política, suspeitas de corrupção, mudança nas regras de negócios e um sócio odiado pelo governo atual — o quarto em quatro anos. Esse é o ambiente que a Vale enfrenta na Guiné, país que abriga a maior reserva de minério de ferro inexplorada.
O Pesadelo da Vale” é a manchete de capa da revista “Exame” que está nas
bancas. A repórter Roberta Paduan conta que a Vale associou-se ao
empresário israelense Beny Steinmetz para explorar a mina de Simandou,
“a maior reserva de minério de ferro inexplorada do mundo”. A Vale
investiu 2,5 bilhões de dólares no “empreendimento”, e, além de
enfrentar concorrentes poderosos, como a australiana Rio Tinto e a
chinesa Chinalco, pode sair da Guiné (África) sem faturar nada e com um
prejuízo gigantesco. Steinmetz cobra mais 2 bilhões da Vale, que, se
“seguir adiante, terá ainda de investir, em conjunto” com o bilionário
judeu, “outros 8 bilhões de dólares para explorar a mina de Simandou”. A
mina virou, para a Vale, areia movediça. Quem vai pagar o prejuízo
gigantesco da empresa brasileira? O contribuinte, mais uma vez.
O presidente da Guiné, Alpha Condé, só aceita conversar com os executivos da Vale se o israelense Beny Steinmetz for afastado negócio. Para piorar, o BTG Pactual, dirigido por André Esteves, e Roger Agnelli, ex-presidente da Vale, negociam com o governo da Guiné — que está falido — uma participação no empreendimento. Esteves e Agnelli evidentemente jogam contra a Vale.
O presidente da Guiné, Alpha Condé, só aceita conversar com os executivos da Vale se o israelense Beny Steinmetz for afastado negócio. Para piorar, o BTG Pactual, dirigido por André Esteves, e Roger Agnelli, ex-presidente da Vale, negociam com o governo da Guiné — que está falido — uma participação no empreendimento. Esteves e Agnelli evidentemente jogam contra a Vale.
A imagem da Vale no país é negativa, pois teria emprestado veículos
para o Exército atacar trabalhadores que saquearam o acampamento da
empresa. Leia Mais
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