"Checamos junto aos vigilantes e ao pessoal da Infraero e realmente o Alex [Ohana] estava no aeroporto e, quando viu o juiz, ele 'vazou'", afirmou Carvalho.
| "Há veementes indícios de prática crimes eleitorais", disse à Folha o delegado da PF Antônio Carvalho. Ontem, um empresário da cidade que se identificou à polícia como dono do dinheiro, cerca de R$ 1,1 milhão, disse que parte desse recurso seria destinado a um partido político, mas não disse qual. |
"Aqui em Parauapebas o pessoal está doido atrás de dinheiro [para campanhas]. Houve pessoas que me procuraram pedindo."
O empresário não quis detalhar os pedidos e disse apenas que tem sido assediado.
"Não foi só uma pessoa que estava me procurando, então não quero fazer acusações."
A advogada da empresa, Betânia Viveiros, porém, havia dito que o dinheiro seria usado para "pagamentos de funcionários e credores".
A coordenação da campanha de Coutinho disse não saber se Alex Ohana estava no aeroporto e afirmou que vincular a presença dele à apreensão do dinheiro é apenas uma "especulação forte", pois a movimentação de pessoas é intensa no local.
Colaboraram DANIEL CARVALHO e REYNALDO TUROLLO JR, LUCIANA MARSCHALL
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM MARABÁ AGUIRRE TALENTO DE BELÉM

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