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COLOSSUS USA ADVOGADOS "LARANJAS"DA COOMIGASP CONTRA A SOCIEDADE GARIMPEIRA


A Colossus resolveu botar  de vez as unhas de fora na tentativa de  impedir na justiça que a sociedade garimpeira  da Coomigasp  realize a Assembleia  Geral Extraordinária convocada por Edital e marcada para o próximo dia 14 de outubro na Serra Pelada. Os dois advogados da Coomigasp, Adebral Lima Favacho Junior e Bentteson Clayde Menezes Cabral,  foram escalados pela empresa canadense  para assinarem como  “laranjas”  a  ação cautelar redigida pelo escritório “Vilas Boas Lopes Frattari Advogados”,  com sede em Belo Horizonte, que presta serviços para a empresa canadense desde 2008 . A Colossus e bando pede à juíza substituta de Curionópolis, Aline Salgado, o cancelamento da assembleia geral.  Eles deram entrada com uma ação cautelar no fórum de Curionópolis no último dia 24. A juíza não decidiu nada. Nem contra e nem a favor, apesar de os pangarés traidores da causa garimpeira saírem por aí espalhando que não irá ter assembleia. “Vai ter , sim!”, anuncia Vitor Albarado e completa:
“A Colossus e o bando denunciado pelo Ministério Publico por roubo contra o povo garimpeiro estão desesperados por saber que dificilmente impedirá o livre direito da sociedade garimpeira de se manifestar sobre o caso grave que envolve diretores corruptos da cooperativa e decidir o que fazer com eles”, explicou Vitor Albarado que se concentrará junto com Airton Portilho  em Curionópolis durante toda essa semana para acompanhar  tudo de perto e  esperar pela  decisão judicial, que certamente será a favor do povo garimpeiro.
“Se for uma decisão contrária ao desejo da sociedade garimpeira  que luta neste momento para  Passar a Coomigasp a Limpo, nós recorremos ao Tribunal de Justiça do Pará para que seja mantida  a realização da assembleia do dia 14”, afirma Albarado.  Apesar de os advogados “laranjas” da Colossus alardear por aí, usando inclusive o nome da juíza, de que ela já decidiu a favor da Colossus, no entanto, os dez signatários que representam os quase seis mil garimpeiros sócios da cooperativa que assinaram o abaixo-assinado convocando a assembleia não acreditam que a Colossus seja capaz de contaminar o processo judicial, influenciando sobre a decisão da juíza substituta Aline Salgado.
“Eles falam abertamente que a juíza vai  decidir a favor deles um dia antes da realização da assembleia para que a sociedade garimpeira não tenha tempo hábil para recorrer ao Tribunal de Justiça”, afirma Airton Portilho. “Esperamos que a magistrada  decida ou a favor ou contra  o mais rápido possível, para que não haja prejuízos aos milhares de garimpeiros que possuem o legitimo direito de realizar a sua assembleia geral”, apontou Airton .  Por sua vez, Nilbert Santos, que esperou em vão que houvesse uma decisão rápida da juíza Aline Salgado no sentido de garantir o seu legítimo direito de presidente eleito  do Conselho Fiscal, reclamou da postura dos serventuários do fórum de Curionópolis em negar informações sobre a ação cautelar impetrada pela Colossus e bando com o objetivo de impedir a realização da assembleia geral.
“Serventuário nenhum pode negar informações às partes interessadas em um processo judicial como fizeram com Adilto Cardoso, um dos dez signatários da convocação da assembleia, que esteve no  fórum para ver o processo e teve o pedido negado por um funcionário  da justiça. O Artigo 155 do Condigo do processo Civil, Parágrafo Único diz. “O direito de consultar os altos e de pedir certidões de seus atos é restrito as partes e aos seus procuradores”. Eles deveriam saber disso”, afirmou. Hoje, Vitor Albarado e Airton Portilho estarão em Curionópolis e exigirão que seja a eles apresentado o processo de ação cautelar movida pela Colossus e bando.
Outra providência a ser tomada é fazer uma reclamação formal junto a desembargadora, Maria de Nazaré Silva Gouvêa Pacheco, chefe da Corregedoria das Comarcas do Interior, bem como  junto a Ouvidoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Pará  contra funcionários do Fórum de Curionópolis que burlam a lei ao negar a apresentação do processo de interesse dos dez signatários para que tomem conhecimento da ação cautelar da Colossus contra os garimpeiros de Serra Pelada.
“A justiça e seus funcionários têm que obedecer ao principio da imparcialidade. Não podem demonstrar que têm lado sob pena de incorrerem ao risco da suspeição.  Nós da sociedade garimpeira temos a absoluta certeza de que haveremos de derrotar os usurpadores dos nossos direitos dentro da Justiça e perante a Assembleia Geral convocada pela sociedade que será realizada no próximo dia 14”, afirmou Vitor Albarado.
ADVOGADOS PRONTOS PARA DEFENDER OS SOFRIDOS GARIMPEIROS
Os dez signatários  do abaixo-assinado que convocaram a assembleia do dia 14 contrataram ontem um grupo de advogados que atuará  em Curionópolis e em Belém prontos para recorrer junto ao Tribunal de Justiça  de qualquer  decisão que seja desfavorável a  realização da assembleia geral.
"Enquanto  isso os dois  rábulas advogados que são funcionários da cooperativa, (Favacho e Betto) que têm salários   pagos pelos  sofridos garimpeiros,  se prestam ao serviço sujo e servirem de “laranjas” para defender os interesses da Colossus e de  um grupelho acusado de inúmeros crimes pelo Ministério Público", sustenta  Airton Portilho.

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