Em Parauapebas, os funcionários do Banco do Brasil que trabalham com atendimento ao público cruzaram os braços antes mesmo do início do expediente. A greve foi definida em assembleias na semana passada, que deram prazo até ontem à noite para receber uma contraproposta.
Os banqueiros apresentaram proposta de reajuste linear para salários,
pisos e benefícios de 6%. A proposta passa longe da reivindicação dos
trabalhadores que pedem 10,25%, sendo 5% de aumento real. "As
expectativas que eles (bancários) demonstram estão fora da realidade que
a economia está vivendo. Este ano a economia está muito indefinida.
Precisamos de certa cautela para fazer acordos", justificou o diretor de
Relações de Trabalho da Fenaban, Magnus Ribas Apostólico.
Além do reajuste salarial, os trabalhadores pleiteiam mudanças na
participação nos lucros e resultados (PLR) e em outras questões
econômicas. A proposta da Fenaban foi de PLR de 90% do salário acrescido
de valor fixo de R$ 1.484,00, podendo chegar a 2,2 salários de cada
empregado. A reivindicação dos bancários à Fenaban é de PLR de três
salários mais R$ 4.961,25 de parcela fixa.
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