Durante décadas, na região do Rio Tapajós,
milhares de garimpeiros exploraram ouro em aluviões, como são definidos
os depósitos superficiais do minério no leito e nas margens dos rios.
“Quando chega no veio, na rachadura das rochas mesmo, ele [garimpeiro]
tem grande dificuldade de tirar. Teria que dinamitar e o rendimento é
pequeno”, explicou Marini que é geólogo. Neste momento, segundo Marini, os donos das
pequenas “empresas” do garimpo ilegal param as atividades, mas continuam
nas áreas como “donos de fato” destes territórios. “Nestas áreas não
importa ter o direito legal [autorização para exploração]. Você tem que
ter um acordo com quem se diz dono e que está de posse da terra”.
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