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Polícia interrompe sequestro-relâmpago

Após uma hora de negociações com a presença da imprensa e de familiares, os três adolescentes que sequestraram um homem no bairro do Umarizal, área nobre de Belém, se entregaram.

A vítima, um farmacêutico funcionário do Ministério da Saúde foi feito refém por três adolescentes, menores de 17 e 16 anos. O seqüestro relâmpago foi iniciado às 20 h30 da noite na frente da residência da vítima, localizada na rua Antônio Barreto com avenida Generalíssimo Deodoro no bairro Umarizal em Belém.

Acompanhado da esposa, o farmacêutico dirigia seu carro quando foi abordado pelos bandidos, um deles armado.  “Cheguei para estacionar no meu apartamento. Quando eles chegaram tentei manter a calma. Vim negociando. Eu ofereci dinheiro para ser liberado. Eles pediram para que eu os levasse para outro carro onde faria outro assalto, porque não tinha o dinheiro para eles”, relatou.

A esposa da vítima conseguiu sair do carro e foi quem acionou a polícia que começou a perseguição até interceptar os sequestradores na avenida Marquês de Herval, esquina com travessa Humaitá, no bairro da Pedreira. “Fomos comunicados via Ciop sob a situação. Pelas as características do carro, os seguimos e conseguimos alcançá-los. Conseguimos trancá-los, onde ficaram sem saída”, disse o policial militar Souza.

“Familiares, imprensa são o que eles sempre pedem” disse o sargento Martins, que comandou as negociações para a liberação do refém.

Após meia hora de tensão, familiares dos bandidos chegaram para ajudar nas negociações. Para acalmá-los foi levado lanche e os coletes à prova de balas pedidos pelos adolescentes.

Já totalmente cercados por policiais, familiares, imprensa e populares, os três adolescentes se renderam. Enquanto isso, a vítima aguardava no veículo o fim do seqüestro relâmpago, mesmo tendo sofrido momentos de tensão sob a mira dos bandidos, conseguiu manter a calma diante à situação.

Já a esposa da vítima só se sentiu aliviada por ter escapado de ser seqüestrada e ter conseguido ajudar no resgate do marido. “Se eu fosse junto ninguém ia ficar sabendo. Fiquei apavorada, mas deu tudo certo”

Na Divisão de Apoio ao Adolescente (Data) para onde os adolescentes foram conduzidos, o clima de seus parentes era também de desapego. A mãe de um dos adolescentes chegou a dizer que não se interessaria pelo futuro do filho. Para a costureira criar o filho sempre foi muito trabalhoso “Por ele não vinha, não . Fui convencida pelo policial por causa da vítima. Eu vou falar para a delegada para que ele fique aqui. Falta de aviso não foi. Ele nunca quis estudar, parou na sexta série”, desabafou.

(Diário do Pará)

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